quinta-feira, 22 de julho de 2010

Chegando a Hora


Daqui a três dias é a corrida, hoje me encontro muito cansada mas resolvi escrever "solta"!!! Há 2 dias uma dor na tíbia grita, tenho trabalhado bastante, treinado bastante e meu corpo anda reclamando um pouco!!! Nada que um banho de mar não resolva!!! Amanhã pego o kit "lindo" rs e a palavra de ordem é - d e s c a n s o -

Procurar um limite, achar e passar dele, não tem preço!

quinta-feira, 15 de julho de 2010

Deficiente...


É aquele que não consegue modificar sua vida,

aceitando as imposições de outras

pessoas ou da sociedade em que vive,
sem ter consciência de que é dono do seu destino.


Louco... É quem não procura ser feliz com o que possui.
Cego... É aquele que não vê seu próximo morrer de frio, de fome, de miséria.
E só tem olhos
para seus míseros problemas e pequenas dores.

Surdo... É aquele que não tem tempo de ouvir um desabafo de um amigo,
ou o apelo de um irmão.

Pois está sempre apressado para o trabalho.

Mudo... É aquele que não consegue falar o que sente
e se esconde por trás da máscara da hipocrisia.

Paralítico... É quem não consegue andar na direção daqueles que precisam de sua ajuda.
Diabético... É quem não consegue ser doce, sem sofrer por isso...

Anão... É quem não sabe deixar o amor crescer.
E, finalmente, a pior das deficiências é ser "miserável", pois
“Miseráveis” são todos que não conseguem falar com Deus.

(Autor: Mário Quintana)

Perfeito!

segunda-feira, 12 de julho de 2010

HEMORRAGIA


136 bilhões de litros de petróleo derramados pelas forças do Iraque quando deixaram o Kuwait em 1991. Ixtoc I, que explodiu na baía de Campeche, no México, em 1979, e espalhou por volta de 500 milhões de litros de petróleo antes que o poço fosse controlado. Acidente do petroleiro Exxon Valdez em 1989, que contaminou 2.000 quilômetros de um intocado litoral e matou milhares de aves marinhas, lontras e focas, além de 250 águias e 22 orcas. E hoje vazam sem parar cerca de 800.000 litros de petróleo por dia no Golfo do México.
“O poço mais profundo jamais perfurado na história da indústria de petróleo e gás”, tão profundo no solo oceânico quanto a altura em que os jatos voam acima.A empresa não dedicou quase tempo algum em pensar e se preparar para o que poderia acontecer se esses experimentos dessem errados. Como descobrimos, ela não tinha sistemas preparados para reagir eficazmente a este cenário.

Até quanto podemos agüentar desastres como esses e nos recuperarmos?
Até quando só a economia vai interessar o mundo da tecnologia?
Até quando vamos pensar que “se os meus olhos não vêem, a situação está sob controle”?

“Como é pequeno o controle que até os mais inteligentes entre nós têm sobre as incríveis e interconectadas forças naturais”.

A Natureza sangra e mostra sua fúria. Está mais viva do que nunca e agora começa a cobrar a moldagem que o homem quer sempre lhe impor.